SIbilA – AN INTERNATIONAL JOURNAL OF POETRY
JOSELY VIANNA BAPTISTA
(1957)
O QUE SONHO...
Araño en la pared con la uña, la cal va cayendo como si fuese un pedazo de la concha de la tortuga celeste. ?La aridez en el vacío es el primero y último camino? Me duermo, en el tokonoma evaporo el otro que sigue caminando. “El pabellón del vacío” (frag.) José Lezama Lima
o que sonho apenas uma idéia, o aceno de uma orquídea ou o avesso e o só de uma odisséia íntim a. o que sonha nad a mais que sulco, tokonoma oco na pa rede nua, meia-lua tinta no olho de d aruma quando o dia ainda são brumas em f u g a
(AR, 1991)
WHAT I DREAM…
Araño en la pared con la uña, la cal va cayendo como si fuese un pedazo de la concha de la tortuga celeste. ?La aridez en el vacío es el primero y último camino? Me duermo, en el tokonoma evaporo el otro que sigue caminando. “El pabellón del vacío” (frag.) José Lezama Lima
what I dream only an idea, the wave of an orchid or the opposite and the lonely of an intimate odysse y. what dreams nothin g more than furrow, tokonoma hollow on the w all nude, half-moon paint on the eye of the aroma when the day still are mists in f l i g h t
(Tr. Marta Bentley and Scott Bentley)
me
guarda
contigo
como
teu
umbigo
,
raso
e
narciso
,
te
abraça
comigo
como
se
a
perigo
,
paraíso
(AR, 1991)
keep
me
with you
like
your
umbilicus
,
shallow
and
narcissus
,
embrace
yourself
with me
as
if
in
peril
,
paradise
(Tr. Marta and Scott Bentley)
leonado o desenho d e um verso fosforec e no escuro: brilho próprio de órions, pós de ferrugem no espelho curvo, velo s, reflexos, núcleos de sentido que o ve rso caranguejo sid era à superfície e m vermelho-coríndon , grafismo sangüíne o onde se abismam e perdem os outros s entidos: a olho nu asteróides marinho s parecem meteoros (teu nome à margem de um poema abandon ado), espuma os ve rsos que esta cart a esquece, brancos , no sudário de est relas – idéia avessa a tua desgeografia
(Corpografia, 1992)
tawny the sketch o f a verse phosphoresc e the dark: brilliance peculiar to orions, rust powders in the curved mirror, fleece s, reflexes, nucleus of meaning that the ver se crab a mazes to the surface and m red- corundum , bloody graphism o where it is sunk in and lost the other s enses: with a naked eye marine asteroid s resemble meteors (your name at the margins of a poem abandon ed), foam the ver ses that this lette r forgets, white, in the cerement of st ars — opposite idea to your d i s g e o g r a p h y
(Tr. Marta and Scott Bentley)
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