Sibila recomenda
Sibila recomenda MUSA RARA
Ines Hagemeyer
Direito autoral
Não autorizo que ninguém reproduza minha representação formal ao Andrea Matarazzo contra Frederico Barbosa, sob pena de infração de direito de autor e violação de correspondência, o que implica danos ao Andrea Matarazzo também. Soube, pelo Ademir Demarchi, que uma tal de Luísa envia essa representação para listas de pessoas, via e-mail. Ela a copiou da página do FACEBOOK do Sr. Barbosa. Não autorizei e não autorizo também o Sr. Frederico Barbosa a transcrever a representação em sua página do FACEBOOK, o que ele fez e faz, incorrendo, em tese, em infração de direito autoral e violação de correspondência. Peço-lhe que a retire imediatamente de sua página do FACEBOOK. Esclareço que não conheço pessoalmente Andrea Matarazzo e nem quero conhecê-lo. Nunca solicitei nada a nenhum Secretário da Cultura do Estado de São Paulo.NUNCA pedi nada, sob qualquer aspecto. E esclareço ainda, por fim, que não tenho qualquer filiação político-partidária em razão de minha profissão. Régis Bonvicino, dia 19 de fevereiro de 2012
Solidariedade à família Bonvicino
Caro Régis Bonvicino, meu apoio à Sibila, que tanto contesto (e sua liberdade irrestrita de expressão e opinião), e minhas solidariedades a você e sua família. Bruno Prado Lopes.
Elefante branco
Luis Dolhnikoff, bom, li o tal poemeto. É absurdo e covarde - não dá nomes (embora se identifique a quem se refere), desmente qualquer coisa e é má poesia. Que monte de pifiedades, e, agora, esse patético abaixo assinado. Sua crítica é excelente; a Casa das Rosas é um elefante branco, uma judiação e um desperdício, e tem obrigação, se não institucional, ao menos cívica de prestar contas ao público e à sociedade. Tradutora Denise Botman
Calúnia
Processo no Barbosa. Injúria, calunia, difamação são crimes tipificados no nosso Código Penal. Alba Zaluar
Casa da Sogra
Achei muito pertinente a crítica feita em Sibila sim; de fato, também penso que é babaquice, em grande parte, o que é feito não só na Casa das Rosas, mas, em praticamente todas as ditas "casas de cultura" de São Paulo; evidente que, de tempos em tempos, acontecem coisas boas, como uma montagem de "Macário", do Álvares de Azevedo, que gostei na própria Casa das Rosas, e apreciei ainda alguns poucos cursos; mas a grande maioria de fato é lixo e de cultura contemporânea não tem nada, nada exceto Claudio Daniel e uma patotinha ; as atividades da Casa das Rosas são muito tediosas. Daí, para Frederico atacar sua família em resposta ao um artigo do Luis Dolhnikoff, é ato de insanidade. Acho uma grande falha de caráter da parte dele fazer isso. Eric Drummond de Camargo
El kapo da Casa das Rosas
Alo Régis! Muito feo y pobre et pelotudito el poema del kapo de Casa das Rosas que non acepta criticas.Te mando um abrazo desde el kulo del mundo y aprovecho para dizer que te queremos muito tanto al poeta selvagem civilizadissimo quanto ao editor de Sibilia e ao critico anticonformista, que nunca fica em cima del muro. Douglas Diegues
Apoio total
Caro e grande Régis : meu total apoio a você. Alex Flemming
Barbosa: sem amigos
A Melanie Klein conta a seguinte fábula: perguntou-se a um invejoso o que ele mais desejava e que, então, tal desejo seria realizado se seu vizinho recebesse tal coisa em dobro. O invejoso desejou ficar cego de um olho. O comportamento de alguns praticantes de ilícitos penais obedece a um padrão desse tipo de inveja estrutural: estuda e conhece a vítima, procura pontos, que, em sua mente, lhe parecem vulneráveis (comum em vários crimes, entre eles, o crime de chantagem), o referido texto de Frederico Barbosa tem um certo conflito (é um pouco mais para o neurótico do que para o perverso) porque escolheu a palavra "psicopatadas" para ofender (o que mostra certa busca de socorro). Melhor que seja apenas um afloramento, para ele não ficar ruminando outros sentimentos de vingança, o que pode acontecer de fato, diante das revelações que fez de sua personalidade. Não acredito que ele tenha condições de pedir desculpas ou qualquer sentimento de culpa (foi extremamente detalhista e cruel no poeminha-ataque e seu "pedido de desculpas" pareceria dissimulação). Também não tem amigos, senão eles teriam pedido, com veemência, para ele não publicar tal poema-ataque à família de Régis e ao Régis. Todo mundo, todo mundo, percebe que o poema-ataque, pelos detalhes biográficos, publicado em 15 de fevereiro, foi dirigido ao Régis, depois de a Sibila ter publicado o artigo http://sibila.com.br/index.php/mix/1967-sibila-avalia-a-casa-das-rosasespaco-haroldo-de-campos- em três de fevereiro. Por que ele não publicou tal “obra-prima” antes de o artigo de Luis Dolhnikoff ser estampado na Sibila? Só esse dado elementar é prova cabal de que se trata de vingança cega e impossibilidade mental de articular pensamentos numa peça de defesa técnica. A vida não imita a arte, como Barbosa tenta insinuar, porque seu texto-ataque não é arte: esse é um típico subterfúgio banal dos invejosos estruturais. Entre três de fevereiro e 15 de fevereiro, em vez de preparar uma resposta técnica, bolou o tal subpoema-ataque. No mais não preciso lhe dizer que admiro seu trabalho e a reflexão que faz sobre a teoria literária. Corrupta é a inveja, o orgulho e o ciúme. Psicanalista Paulo Pedro Pinto Rodrigues da Costa
CARTA ABERTA A ANDREA MATARAZZO
Prezado Senhor,
Em respeito à sua pessoa, ao seu cargo e ao seu tempo, não escreveria esta rápida missiva se a tanto não me impelissem o amor à verdade e o respeito aos fatos, fatos e verdades que trago, portanto, aqui à sua consideração. Um funcionário de Frederico Barbosa, Claudio Alexandre de Barros Teixeira, vulgo Cláudio Daniel, curador de Literatura do Centro Cultural São Paulo por indicação e graça do primeiro, por interesse pessoal, acaba de fazer uso do instituto público e democrático de um “Abaixo-assinado de Solidariedade” ao seu protetor, Frederico Barbosa, pretendendo que este tenha sido objeto de “manifestações depreciativas e aleivosas, movidas pelo ressentimento, com o propósito exclusivo de prejudicar tão importante trabalho [do diretor da Casa das Rosas]”. Como tal “abaixo-assinado” é dirigido e destinando ao Sr., venho por meio desta deixar publicamente registrado o fato de que se trata, na verdade, do último de uma série de gestos recentes “depreciativos e de aleivosia, movidos pelo ressentimento”, do próprio Frederico Barbosa. O “abaixo-assinado”, portanto, é um engodo. Pois sua causa primeira foi um texto publicado por mim na Sibila, criticando a programação cultural da Casa das Rosas, como é de meu direito como cidadão e como crítico literário. A isto Frederico Barbosa respondeu com os dois primeiros gestos depreciativos e de aleivosia, movido pelo ressentimento, deste e pisódio: fez silêncio sobre minhas críticas à sua gestão e fez publicar uma pesada ofensa pessoal ao meu editor, Régis Bonvicino, mal disfarçada em versinhos ruis. Percebendo então que errara triplamente (ao manter uma programação cultural criticável, ao não responder à análise pública dessa programação e ao atacar de modo pessoal e vil o editor da crítica), tenta agora tapar o sol com a peneira, usando o velho truque de acusar aquele que o acusa de fazer aquilo de que se é acusado, a fim de confundir o público em geral e o Sr. em particular. Que não se iludam então nem o público nem o Sr. Secretário da Cultura: todas “as manifestações depreciativas e aleivosas movidas pelo ressentimento” deste episódio foram do próprio Frederico Barbosa, que tenta agora se eximir da responsabilidade por elas através da contumácia, ou seja, de mais uma “manifestação d epreciativa e de aleivosia”, o próprio “abaixo-assinado” em sua “solidariedade”, na verdade, uma tentativa de criar uma cortina de fumaça para seus próprios erros em todo o episódio, através da vitimização. Parafraseando Lincoln, Sr. Secretário, pode-se enganar a muitos por algum tempo, pode-se enganar a alguns por muito tempo, mas não se pode enganar a todos todo o tempo. Sinceramente, Luis Dolhnikoff
Caráter
Sou colega de turma no Direito/USP e parceiro de lutas políticas, contra a ditadura, do Régis. Posso avalizar seu caráter excepcional. Esse Barbosa não pode ser visto como “poeta” e deve ser responsabilizado criminal (como já foi dito pela Alba Zaluar) e civilmente pelos ataques vis ao Bonvicino e sobretudo à sua família. Professor Antonio Margarido
Manejo de verbas públicas
Caro Régis, como já alertou Drummond esse "é o tempo do Partido, tempo dos homens partidos". Assistimos desvarios jamais imaginados. É inaceitável o inescrupulso subpoema do subpoeta Sr. Barbosa, claramente dirigido a você, com subterfígios infantis para se “esconder” sob a máscara da “ficção”, da “vida imita arte” etc, para fugir das responsabilidades, fuga vã. O Sr Barbosa maneja verbas públicas, cargos etc. Sua atitude é comum em agentes do Estado, que necessitam, cada vez mais, do uso da violência para se manter no poder, já que não tem sustentação social, cultural e muito menos intelectual. Vide o caso Pinheirinho. Resista, não desista. Angu Kontrakultura
Baixo nível
Que sujeito baixo nível esse BARBOSA. Quem ele pensa que é para referir-se, deste modo, ao grande poeta Regis Bonvicino?! Bety Costa
Faltou hombridade para assumir o ataque
Não é segredo que a mãe do Régis se suicidou em 1979. Nem que a Mônica Rodrigues da Costa (hoje são amigos) e ele se separaram na década de 90. Sua filha, de 17 anos, passou por problemas relativamente sérios. Régis foi, sim, e daí?, em novembro para a China, para um importante encontro de poetas de lá. Para fugir a uma réplica vigorosa, Frederico Barbosa invoca didascália e o escambau (a covardia escrita entre parêntesis); faltou hombridade para assumir o ataque; lamentável. Ronald Augusto
Quem é o ditador?
Um dos principais equívocos do Frederico Barbosa foi afirmar, em seu grupo de poesia no Facebook, que poderíamos estar de volta à ditadura: "O Sr. Régis Bonvicino, editor da Sibila, sentindo-se ofendido com o meu poema, escreveu a mensagem abaixo ao Secretário de Cultura de São Paulo: “.....”. , exigindo minha cabeça por ter escrito o poema!!!! Estamos de volta à ditadura? Ao século XVII de Gregório de Matos? O que vocês acham disso? Escrevam para a Sibila mostrando sua opinião". Lamentavelmente, quem agiu como ditador foi o próprio BARBOSA, que se revoltou, de modo agressivo, contra uma crítica bastante pertinente e que só tem a contribuir com a Casa das Rosas! O direito de opinião é absolutamente democrático, afinal a liberdade de expressão é um conceito fundamental nas democracias modernas. É pena que Frederico Barbosa fale em volta às ditaduras e reaja como um ditador! Contra fatos não há argumentos! Angelo Luís
Prejuízos à nossa cultura
Sobre o tema Casa das Rosas, é lamentável a situação do campo literário brasileiro, que ainda tenta resolver tudo na base da machada, da exclusão e do silêncio. O sr. Frederico Barbosa foi baixo demais com sua resposta a um artigo civilizado, e mais baixo ainda ao tentar fugir da responsabilidade de suas próprias palavras, propondo uma interpretação dispersiva de seus ataques naquele poeminha ruim, mas não chega a ser surpreendente, não é de hoje que a Sibila estimula o diálogo crítico e só recebe em troca silêncio ou adjetivos ofensivos e pessoais que prefiro nem mencionar. Saudações à Sibila pela educação e dignidade com a qual vem recebendo e rebatendo tais ofensas, assumindo sua posição de antagonismo a essa boa vizinhança literária que só traz prejuízos à nossa cultura. Abs. Fabio Riggi
Censor
Engraçado, só por comentar no mural do Claudio Daniel que não encontrei no artigo do Luis Dohlnikoff nenhuma ofensa, mas apenas "uma crítica construtiva e bem-humorada", esse Sr. me fez imediatamente o favor de me excluir da sua lista de amigos! E é ele quem chama a Sibila de "fascista". Legal, né? Espero que os amigos que curtiram a postagem desse Sr., como Claudio Willer e Jacineide Travassos, não tenham essa mesma postura. Ele não me permitiu sequer um direito a tréplica. Fácil ficar com a última palavra assim. Mauro Bartolomeu
Lista de apoio
O poema de BARBOSA, de qualidade duvidosa, não acrescenta nada, NADA, à literatura. e revela sintomas de como anda o quadro literário e cultural no Brasil. Assinar lista de apoio ao BARBOSA? Por que? Para que? Cândido Rolim
Pura ficção
Vou fazer 60 anos e nunca vi, no cenário literário brasileiro, um sujeito que faz poemas usar da sua "arte" para atingir covardemente a família de outro poeta e, ainda, se defender dizendo que a citação é “pura ficção”. Paulo Cezar Alves Custódio
Censor (2)
Fiz um comentário acima na publicação de Claudio Daniel no Facebook e, em seguida, ele me perguntou onde estaria a dita citação. Quando fui mostrá-la ele, simplesmente, me cortou do seu rol de "amigos". É a coisa tá feia! Paulo Cezar Alves Custódio
Sobre alguém e algum poema
Detesto mau caratismo e autopromoção. Oswaldo Martins
Idem
Isso é doença. Só pode ser doente quem escreveu esse “poema”. Mazé Manzano
Vida particular de um poeta
Independente de qualquer questão cultural, crítica ou de defesa de crítica, questões políticas, de política cultural ou ideológicas, não podem ser consideradas em poesia. Não é ético fazer comentários sobre suicídio de parente ou outras situações da vida particular de um poeta. Jois Alberto
Suspension of disbelief
Caro Régis, ainda que, com um grande esforço interpretativo e doses elevadas de boa-vontade e suspension of disbelief, ainda que se se admitisse a possibilidade remota de não ter sido o poema motivado pelo artigo de Luis Dolhnikoff, a ausência de resposta franca, objetiva e direta às críticas publicadas em Sibila é deselegante e lamentável. Em solidariedade a você, receba meu abraço fraterno. Allan Vidigal
Confusão entre a esfera pública e o domínio do privado
Prezado Régis,
Receba a minha solidariedade. Acho inadmissível o ataque pessoal, que envolve familiares vivos e mortos do adversário, como resposta de uma pessoa que desempenha função pública a uma crítica pública ao seu desempenho nessa função. Isso apenas revela uma confusão entre a esfera pública e o domínio do privado, que, no exercício cotidiano do poder, pode ter consequências perigosas. ...Entendo que o Sr. Frederico Barbosa perdeu a cabeça ao não ter argumentos contra a crítica de Luis Dolhnikoff publicada na Sibila e, como resposta, atacar pessoalmente o seu editor. O desvario pode acometer a qualquer um, é certo. Mas, uma vez passado o momento de furor, em nome da decência e do trabalho que já fez pela cultura em São Paulo, o Sr. Frederico Barbosa deveria parar de tentar negar o que é impossível negar (pois basta ler o poema para entender perfeitamente o seu objetivo) e humildemente apresentar-lhe um pedido de desculpas. Cordialmente, Paulo Franchetti
QUEM PRECISA DE UMA “LISTA DE APOIO”? E POR QUÊ?
Corre a notícia da articulação de uma “lista de apoio” ao sr. Frederico Barbosa, em função de ... ... Incapaz de sustentar sozinho um debate intelectual, na verdade, incapaz de sustentar qualquer debate intelectual, recorre o Sr. Frederico Barbosa ao velho expediente imaturo da “lista de apoio”. O caso é simples e claro: publiquei um longo texto questionando a qualidade da programação cultural da Casa das Rosas, da qual o sr. Barbosa é o diretor. É meu direito, como cidadão e como crítico literário. Ato contínuo, o sr. Frederico Barbosa publicou um poema medíocre atacando a pessoa (fato inquestionável: http://www.cronopios.com.br/site/poesia.asp?id=5310) do editor do meu texto, Régis Bonvicino. Como o gesto do sr. Barbosa foi incivil, além de intelectualmente infame (pois nenhuma resposta convincente publicou nesse meio tempo aos meus questionamentos de sua gestão), Régis Bonvicino, poeta há 40 anos, na condição de objeto do ataque pessoal e vil travestido de poema, veio a público apenas comunicar tal fato, inclusive para um superior do sr. Frederico Barbosa, pois caso ele próprio o ignore, ocupa cargo em uma instituição pública ligada ao governo do Estado, e deve por isso, responder publicamente por qualquer de seus atos ou gestos. Assine tal “lista de apoio” quem assim o quiser, mas sem poder alegar depois ignorância dos fatos. O referido poemeto do Sr. Frederico Barbosa é, explicitamente, um ataque pessoal vil e infame, sem a escusa fácil da condição de poema, no qual, aliás, já fala do “juiz sem juízo”. Usar o “juiz” de novo não representa pois qualquer novidade, mas, mera covardia. Como meu texto, procurei colaborar com a gestão de Barbosa, que não teve a humildade de sequer refletir sobre ele.
Luis Dolhnikoff
Nota da Sibila sobre o Diretor da Casa das Rosas
O parágrafo transcrito abaixo, de autoria do Diretor da Casa das Rosas, mostra que ele não é democrático, ou seja, só aceita “avaliações” sob o seu controle estrito, e recusa o debate intelectual livre, indicando, ao que parece, que vive em outro país, aquele dos tempos da ditadura. Para ele, o texto de Sibila é “um ataque” e não tem neutralidade. Por conseguinte, para o agente público Barbosa, apenas “os canais de comunicação da Casa com seus frequentadores”, a auditoria do Tribunal de Contas e a aprovação de seus patrões basta. Em uma democracia, não basta, não. Além de seus "apoiadores", há o eleitor. Fica claro também que, se o artigo “Sibila avalia a Casa das Rosas” foi considerado pelo Diretor da Casa das Rosas um “ataque”, esse “ataque” o autorizou a atacar pessoalmente o Editor da Sibila, que, aliás, tem mais público que a Casa das Rosas. Em 2011, Sibila teve 300.00 mil acessos. O funcionário público Barbosa não respondeu sequer um dos argumentos do artigo de Luis Dolhnikoff, refutando-o de modo genérico e superficial, de “cima para baixo”, como é comum entre políticos menores brasileiros. Por outro lado, como o Estado de Direito é regido pelos princípios da eficácia, transparência, legalidade, publicidade e moralidade, a Sibila não entende como as avaliações dos "frequentadores", as auditorias da Secretaria da Cultura e do Tribunal de Contas, não estão publicados no website da Instituição Casa das Rosas. Sibila“Quanto aos ataques da Revista Sibila, eu, como Diretor da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura considero a avaliação das atividades da Casa algo muito sério. Por isso, a Casa das Rosas faz pesquisas de satisfação do público e mantém canais diretos de comunicação com a população sempre abertos. Além disso, passa por diversas auditorias que avaliam seu desempenho nos mais diversos aspectos, seja particular externa, da Secretaria da Cultura, da Fazenda ou do Tribunal de Contas do Estado. É de conhecimento geral e irrestrito que toda avaliação pressupõe duas características fundamentais: competência e neutralidade. Assim, eu, como Diretor da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura não posso levar a sério a pretensa avaliação publicada pela revista Sibila. Uma avaliação feita sem que o avaliador vá até o espaço avaliado, entreviste frequentadores da Casa, assista a aulas ou eventos? Não posso considerar. Sem ter sequer ido à Casa das Rosas, o avaliador não tem qualquer competência para avaliar. Observando o histórico anterior e reiterado de agressões gratuitas feitas pelo autor da crítica à minha pessoa, à minha poesia, aos meus escritos críticos e a minhas posições na vida cultural, qualquer leitor minimamente preparado há de perceber que a pseudo-avaliação carece de qualquer neutralidade”. Frederico Barbosa
Mediocridade
Régis Bonvicino é um poeta maravilhoso. A revista Sibila é maravilhosa, seja pela qualidade dos textos, seja pela coerência. É lastimável que a resposta do Frederico Barbosa, que se diz seguidor de Décio Pignatari, Augusto e Haroldo de Campos, tenha sido tão medíocre. Ângelo Luís
Feio
Que feio esse comportamento do Frederico Barbosa. O cara está precisando reformular conceitos sobre o respeito e, claro, sobre poesia também. Val Pizzani
Barbárie
Desculpa Josely, Chamar Sr. Barbáriev Barbosa de poeta, talvez não seja o caso. Nunca vi , e eu já vi muita coisa neste mundo, uma coisa igual ao que ele fez: travestir-se de poeta para destilar ódio pessoal, sem qualquer argumento intelectual, atacando a família do Régis, de um modo covarde.Erandy Albernaz
Detestei
Nossa, que coisa baixa esse poema, um rancor, uma raiva, de uma perversidade... Detestei, o sr. Frederico Barbosa poderia abster-se desse ridículo...
Paulo Sabino
Alusão
O poema é claro e não alusivo, e todos que quiserem entendem. Não sou amigo mas me solidarizo também com o Régis. A poesia precisa também saber seus limites éticos, e não ser um subterfúgio para ataques pessoais. Sergio Cohn
Afronta de Barbosa
A que ponto chegamos... Um poeta destratar outro poeta, e não na arena comum onde um talvez necessário embate poderia se travar; pois Frederico Barbosa afronta Régis Bonvicino ao aludir a fatos trágicos e dolorosos que pertenceriam a uma esfera estritamente pessoal. Isso não é divertido nem produtivo. Tristeza do Jeca. Josely Vianna Baptista
BARBOSA SE ENROLA NA RESPOSTA TARDIA, DE 16 DE FEVEREIRO DE 2012, ÀS 20:00 horas
A revista Sibila publicou este poema como se fora uma resposta a uma crítica à Casa das Rosas lá publicada. Enviei-lhes esta mensagem, que criminosamente não publicaram: Aos Editores e leitores da Revista Sibila: Jamais foi minha intenção escrever qualquer coisa para esta revista. Uma publicação que chama de crítica ou avaliação ataques pessoais rancorosos contra inumeráveis escritores não merece a minha menor atenção. Portanto, gostaria de deixar bem claro que em nenhum momento o texto que esta revista publicou, declarando ser uma resposta minha a certo ataque pueril e infundado, deveria ser publicado aqui. Não é resposta a nada. Não se refere ao assunto. Em nada se relaciona com a Casa das Rosas ou o Governo do Estado de São Paulo. Até o título do poema foi deturpado. Trata-se de uma didascália, à moda das publicações de Gregório de Matos: TECE O POETA COMENTÁRIOS SOBRE CANALHA PERSEGUIDORA E QUERENDO EMENDÁ-LA O TEM POR EMPRESA DIFICULTOSA OU DE COMO UM NOTÓRIO MALUCO SE TORNOU JUIZ E ANDA APITANDO POR AÍ OU AINDA UM PROTESTO CONTRA A DECADÊNCIA DA ARBITRAGEM NO FUTEBOL BRASILEIRO. O termo “Juiz sem juízo” não é o título do poema. A simples leitura do título, como a do poema, deixa claro que se trata de um poema satírico sobre questões gerais brasileiras. Só um leitor delirante e absolutamente egocêntrico o julgaria resposta a qualquer artigo seu ou de sua revista. Quanto aos ataques da Revista Sibila, eu, como Diretor da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura considero a avaliação das atividades da Casa algo muito sério. Por isso, a Casa das Rosas faz pesquisas de satisfação do público e mantém canais diretos de comunicação com a população sempre abertos. Além disso, passa por diversas auditorias que avaliam seu desempenho nos mais diversos aspectos, seja particular externa, da Secretaria da Cultura, da Fazenda ou do Tribunal de Contas do Estado. É de conhecimento geral e irrestrito que toda avaliação pressupõe duas características fundamentais: competência e neutralidade. Assim, eu, como Diretor da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura não posso levar a sério a pretensa avaliação publicada pela revista Sibila. Uma avaliação feita sem que o avaliador vá até o espaço avaliado, entreviste frequentadores da Casa, assista a aulas ou eventos? Não posso considerar. Sem ter sequer ido à Casa das Rosas, o avaliador não tem qualquer competência para avaliar. Observando o histórico anterior e reiterado de agressões gratuitas feitas pelo autor da crítica à minha pessoa, à minha poesia, aos meus escritos críticos e a minhas posições na vida cultural, qualquer leitor minimamente preparado há de perceber que a pseudo-avaliação carece de qualquer neutralidade. Convidamos o autor da crítica, assim como a seu editor e a todo o público leitor da revista Sibila, a vir conhecer a Casa das Rosas, participar de suas atividades e descobrir porque a Casa tem sido considerada pelo público e pelos poetas brasileiros a mais democrática casa da diversidade poética no Brasil.
há 15 minutos ·
Poema abominável
Régis,
Dircinha e eu lemos o abominável poema-ataque de Frederico Barbosa. Isso não se faz. É uma das peças mais repugnantes que lemos ultimamente. Lamentamos muito o covarde ataque à tua pessoa e à tua família. Tenha a nossa solidariedade. Um abraço, Sérgio Medeiros, Professor da UFSC
DESONRA
Uma desonra tripla. Eis a síntese do gesto que vem de cometer o diretor da Casa das Rosas, o Sr. Frederico Barbosa. Pois tal gesto, que tem ao menos a qualidade de ser econômico, em sua tríplice condição, é uma desonra ao seu cargo, uma desonra ao debate cultural e uma desonra à poesia brasileira. Começando por esta: como reação a um texto assinado por mim neste veículo (“Sibila avalia a Casa das Rosas / Espaço Haroldo de Campos”), no qual questiono, a partir de minha condição de crítico literário atuante há quase duas décadas, a qualidade da programação cultural da Casa das Rosas, o Sr. Barbosa houve por bem cometer um péssimo poema de circunstância ( http://www.cronopios.com.br/site/poesia.asp?id=5310), pelo qual perpetra, além de um atentado à poesia brasileira, também o gesto incivil de atacar a pessoa do meu editor, Régis Bonvicino – portanto não a mim, o autor da crítica à sua gestão, muito menos os meus argumentos. Daí a desonra ao debate cultural, pois não teve a hombridade ou a capacidade de rebater minhas colocações. Daí, por fim, a desonra ao cargo, que pede maior estatura intelectual – ou, ao menos, um pouco mais de seriedade.
Luis Dolhnikoff
Dostoiévski e Bergman
A Editora Intermeios – Casa de Artes e Livros (http://intermeioscultural.com.br ), a partir de março, dará início a um ousado projeto para estimular a reflexão e a produção intelectual.
Do curso ao livro: a partir da iniciativa empreendedora de Joaquim Antonio Pereira, poeta e editor, e Cecília Almeida Salles, professora da PUC/SP, a ideia é entrelaçar as reflexões e debates gerados pelos cursos temáticos à produção de artigos por parte dos professores e alunos. Ao fim, os artigos compilados consolidarão a trajetória de cada curso por meio de livros a serem publicados pela Editora Intermeios, que assim sintetiza a sua proposta cultural: casa de artes e livros.
Nesse sentido, gostaria de convidar a todos para a primeira iniciativa do projeto em questão, um curso envolvendo o escritor russo Fiódor Dostoiévski e o cineasta sueco Ingmar Bergman:
http://intermeioscultural.com.br/programacao.php?q=niilismo_modernidade
Professor Flávio Ricardo Vassoler
Doutorando - FFLCH/USP
Período de realização: de 10 de março a 28 de abril.
Dias e horário das aulas: sempre aos sábados, das 15h às 18h, nos dias 10, 17, 24 e 31 de março e 7, 14, 21 e 28 de abril.
Na primeira aula de cada módulo temático do curso, os alunos assistirão na própria Intermeios aos filmes de Bergman que estabelecerão os diálogos com as obras de Dostoiévski. Para mais informações, entrar em contato com a Intermeios pelo telefone 2338-8851.
Local de realização:
Editora Intermeios – Casa de Artes e Livros
Rua Luís Murat, 40 – Pinheiros
Sibila acredita que comemorar os 90 anos de 1922 é necrofilia

A arca de Fernando Pessoa
Sibila repudia a condenação de Baltasar Garzon
- http://www.bbc.co.uk/news/world-16973578
- http://politica.elpais.com/politica/2012/01/23/actualidad/1327315561_578421.html
Que tal?
A Plenos Pulmões
Um sarau na Casa das Rosas
aberto a todas tendências
artísticas e humanistas.
Vamos semear arte?
Venha dar voz a um poema, ou cante o poema que lhe salta à alma... espalhe-se pelo palco em prosa ou verso, performatize-se, abra a janela do coração.
Lançamento de livro de Cláudio Cakis - "Não temos muito tempo".
Apresentação Marcos Pezão e Regina Tieko.
Sábado,dia 11 de fevereiro na Av Paulista, 37 - São Paulo.
Das 19h às 21h. Entrada gratuita.
Contato : 97172176
Releia o texto de sibila sobre a Casa das Rosas
Depoimento favorável à Casa das Rosas
§ Fabio Weintraub, querido, não tenho nenhuma relação com o Frederico Barbosa e nem com outras pessoas da Casa das Rosas. No entanto, sem nem me conhecerem, acolheram dois lançanentos que fiz lá. Também vi algumas atividades legais na Casa nos anos que passei em SP. Acho bom o trabalho da Casa das Rosas, a biblioteca do Haroldo encontra-se disponível e de forma muito especial, basta ir lá ver. No mais, concordo com todas as suas observações. Poeta, traduotor e professor de literatura Ronald Polito.
Defesa da Casa das Rosas
Creio que a avaliação deveria levar em conta também a programação e a dotação orçamentária de outros equipamentos culturais da cidade, como as oficinas culturais do Governo do Estado, as bibliotecas municipais e a programação literária de instituições como o SESC e o Itaú Cultural. Na comparação é certo que a Casa das Rosas não faz nada feio, bem ao contrário. Também não me parece justo reduzir a programação da Casa das Rosas aos saraus, sem falar nas oficinas de criação, crítica e tradução, nos cursos (muitas vezes ministrados por docentes da USP, como o professor João Ângelo Oliva Neto), nos lançamentos de livro, muitas vezes de produções independentes, entre outras coisas. Mas estapafúrdia mesmo é a comparação com a FLIP, evento de caráter fortemente mercadológico e antidemocrático, em que a programação é definida em função do interesse dos patrocinadores, especialmente, a Companhia das Letras. Tenho lá minhas críticas à fórmula dos saraus, mas não posso deixar de reconhecer o excelente trabalho realizado pelo Fred, que pode não ter chamado o Gullar, mas que chamou gente como o Piva, por exemplo, que era bem crítico em relação ao trabalho dos concretistas. Dolnihkoff também deveria se informar melhor sobre as atrações internacionais da casa. Lá assisti a apresentações de poetas mexicanos (trazidos pelo Paulo Ferraz), catalães, portugueses, entre outros. Nunca vi o Fred recusar qualquer proposta por razões partidárias ou mercantis. Graças a isso, posso dizer com tranquilidade que a Casa das Rosas, entre as instituições congêneres, é certamente a mais hospitaleira desta cidade. Fabio WeintraubReleia o artigo comentado pelo poeta Fabio Weintraub


