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Edited by Charles Bernstein

 

 

 

 

 

 

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Um dos poetas constantes do volume é Xi Chuan, de Beijing. No poema “Agosto”, por exemplo, ele trabalha com os traços acima descritos. Para falar das enchentes do verão, diz: “O mês de agosto são os olhos dos peixes / mortos na terra depois de uma inundação”; para falar dos insetos: “O mês de agosto é um mosquito / que voa abastecido de nosso sangue”. Um dos poetas mais interessantes é Yu Jian. A contrariar as expectativas ocidentais sobre a poesia chinesa, escreve, na peça intitulada “A respeito da rosa”: “e também quero ofertar germes à rosa, imundície à ave”. Listo alguns dos nomes que compõem o livro, além dos já citados: Lo Chih Cheng, Chen Ko Hua e Ling Yu, de Taiwan, Yu Chiang e Yo Xiang, do continente, além de Yao Feng, de Macau, e Yip Fai e Wong Leung Wo, de Hong Kong.

from Desperate Lines – a selection

autumn’s called off the cicadas
days getting colder

in this crazed casino town
even leaves yellowed by autumn wind
look like gambling chips

gold’s planted in everywhere
to grow
coins, necklaces, teeth

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CONSIDERAÇÕES SOBRE ALGUMA POESIA CONTEMPORÂNEA

A questão da comunicação – tão importante para Cabral – parece ter afundado no esquecimento. Parece ter havido no Brasil não apenas uma resignação à falta de público, mas inclusive uma identificação entre o desinteresse público e a qualidade, ou entre a recusa do público e o caráter atual de uma prática. Ou seja, não é por a poesia não buscar a comunicação que o seu público contemporâneo se vê constantemente reduzido aos próprios poetas. Pelo contrário, a redução do público  é quase um componente da própria definição de poesia contemporânea.

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La muerte de la creación

Porque esta total disponibilidad (que el pasado y el futuro ya estén reducidos al presente por la tecnología), si no aumenta nuestro conocimiento, sí que nos hace más ignorantes de nuestra propia ignorancia, pues confundimos la facilidad y el acceso inmediato con el conocimiento o la creación cultural, cuando estos últimos sólo pueden tener lugar allí donde caben la extrañeza y la interrogación, que son los acicates del saber y del hacer creador.

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Sibila avalia a Casa das Rosas/Espaço Haroldo de Campos

O que leva incontornavelmente a uma questão: o que pode o Estado em relação à poesia contemporânea? Se só pode muito pouco ou quase nada, para que todo o orçamento da Casa das Rosas? Dinheiro não é poder? E poder não é um verbo, ou seja, poder fazer? Poesia, aliás, poeisis em grego, também é um verbo, e igualmente significa fazer. O que faz de fato a Casa das Rosas pela poesia brasileira contemporânea? Qual é, aliás, o orçamento da Casa das Rosas?

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