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Escrito por Entrevista de Luiz Costa Lima a Régis Bonvicino e Luis Dolhnikoff
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Lembro-me de um comentário feito por Drummond em algum lugar, segundo o qual o modernismo havia permitido que quem não sabia escrever poesia o fizesse; obviamente, isso não torna o modernismo condenável, mas tampouco torna defensável todas as suas consequências, nem inteiramente aceitável,
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Escrito por Interview with Charles Bernstein by Daniel Benjamin
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Poetry itself is a porous term; it means a lot of different things to different people. It’s not an honorific. A work doesn’t become a poem because it’s good and cease to be a poem if it is bad.
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Escrito por Nilson Oliveira
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É desse âmbito que nos chega às mãos o curioso livro de Efraín Rodríguez, Máquina final, obra que, sem engano, traça as linhas de um fazer que resiste e traz à tona uma escrita que foge inteiramente aos dispositivos de captura, diga-se: aos modelos ou à linguagem publicitária
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Escrito por Ludmila Menezes Romanovsky
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O objeto constitui-se em imagens fotográficas da imigração judaica (décadas de 1930 e 1940) analisadas com base na decodificação das seis funções de Jakobson, na tentativa de realização de uma abordagem “semiótica” das imagens tidas como narrativas. A fotografia como imagem narrativa remete a “um texto real da linguagem artística constituído por uma sucessão de símbolos estéticos comuns”
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Escrito por Mario Vargas Llosa
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Sibila republica artigo do romancista peruano Mario Vargas Llosa por considerá-lo o mais esclarecedor, entre todos, a respeito de aspectos nefastos da atuação de Luiz Inácio Lula da Silva e, sobretudo, em solidariedade aos dissidentes cubanos, aprisionados sem julgamento legal e sem perspectiva de liberdade. Sibila relembra os inúmeros escritores da Ilha que foram mortos pela ditatura "castrense". Ou se exilaram, pela negação do simples direito de discordar, na figura de Guillermo Cabrera Infante (1929-2005).
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Escrito por Mauricio Vasconcelos
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Não é por acaso que o próprio cineasta aparece para pontuar (sempre com a voz off) ou sublinhar por meio de legendas os intervalos entre um e outro quadro em sucessão. Quando não ocorre o toque na já muito antiga máquina elétrica de escrever, à maneira de um comentário intermitente, disseminado no fluxo das images/stories que são dadas a ver sobre as Histórias do Cinema.
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Escrito por Régis Bonvicino
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“La filosofia... son estúdios/ necesários dicen para apartar/ de la fé em diós a los jovenes/ que van a ser empleados/ de güecos”. A palavra-chave é “güeco”, uma corrupção de “hueco” – oco, vazio –, que também é empregada pejorativamente em referência aos homossexuais. Destaque-se o fato de o poema tocar, igualmente, na questão religiosa.
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Escrito por Hugo Ball
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O dadaísmo tomou forma no meio de um grupo misto de exilados em Zurique (onde outro grupo de exilados, sob Lênin, aguardava a Revolução), em 1916, como um angustiado mas irônico protesto niilista contra a Guerra Mundial e a sociedade que a incubara, inclusive contra sua arte.
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