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Flávio de Carvalho: a revolução modernista no Brasil,exposição que esteve em cartaz no primeiro semestre de 2012 no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, expôs cerca de sessenta obras do artista, entre desenhos, pinturas e projetos arquitetônicos. E propôs ainda uma série de atividades paralelas. Em horários preestabelecidos, por exemplo, um ator vestia o traje inventado por Carvalho em 1956 e passeava com ele pelo CCBB, entretendo os visitantes da mostra, que poderiam ainda experimentar o “New Look”

A MODA EM FLÁVIO DE CARVALHO

Os desfiles contam, por exemplo, com trilhas sonoras e video-clips e são considerados “performances”, para além da idéia do mero espetáculo, conjungando aspectos da dança, das artes plásticas, do comportamento, do teatro, do cinema etc. No mundo da moda, o mercado parece aliviar-se, como “arte”, de qualquer crítica, diante da ousadia de suas inovações formais, descoladas de qualquer compromisso político explícito. Seria, portanto, interessante, tentar ler o que

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A lógica branca da morte de Johnny Alf

Quando o mundo branco se põe a fazer elogios desmedidos a respeito do trabalho ou da personalidade de um negro, sempre me preparo para o pior. Por favor, não me venham falar em baixa estima, que estou na defensiva e tudo o mais. O furo aqui é bem mais embaixo. Segundo Friedrich Nietzsche, “o comentário demasiadamente elogioso produz mais indiscrições que a censura”. As louvações, neste caso, têm fundo culposo

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A moda de guerra

No Brasil, nas décadas de 60 e início de 70, a roupa mais que a moda, ou a arte-indumentária, passou pelos objetos sensoriais e máscaras de Lygia Clark (1920–1988)  e por Hélio Oiticica (1937–1980), em seus famosos e icônicos Parangolés. Para não deixar de citar Flávio de Carvalho, ao chocar com seu “New Look” de meias rendadas de bailarina, e saiote. Já nos anos 80, temos a manifestação artística de Bispo do Rosário (1911–1989)

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La autoindulgencia en la poesía experimental

Los poetas experimentales de las últimas décadas, al igual que sus predecesores vanguardistas, han criticado y parodiado continuamente el aura romántica y suspirante que históricamente se asocia a la poesía. Rara vez, sin embargo, se han hecho cargo de la nueva aura que ellos mismos han comenzado a desarrollar a partir de una supuesta pureza en la manipulación seria y concienzuda de técnicas muy específicas

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